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Exame de sangue auxilia no diagnóstico de doenças como anemia e leucemia

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O que é um hemograma?

O hemograma é um tipo de exame de sangue que avalia três categorias de células presentes na corrente sanguínea: os glóbulos vermelhos (responsáveis por transportar oxigênio), os glóbulos brancos (encarregados de fazer a defesa do organismo) e as plaquetas (que atuam na coagulação do sangue).

Por meio da coleta de uma amostra de sangue, é possível confirmar ou descartar diagnósticos, além de investigar a saúde geral do paciente. Dessa forma, o hemograma frequentemente faz parte de check-ups médicos e de outros exames de rotina, como os que medem colesterol, glicemia em jejum e triglicerídeos.

É importante dizer que o hemograma não é o único exame de sangue que existe. Várias outras análises utilizam amostras sanguíneas para fazer a testagem, como a dosagem de bilirrubina, que avalia o funcionamento do fígado e também é feito a partir de uma coleta de sangue.

Como o hemograma funciona?

Basicamente, o hemograma irá checar alterações presentes nas células do sangue, que, por sua vez, podem indicar doenças e condições de saúde de diferentes gravidades. Entenda melhor:

Alterações nos glóbulos vermelhos

Um número elevado de glóbulos vermelhos, também chamados de hemácias, pode significar um quadro de policitemia, que torna o sangue mais viscoso, dificultando a passagem pelas veias e causando dores de cabeça, tontura e infarto.

Já um número baixo de hemácias é capaz de apontar para um diagnóstico de pneumonia, hemorragia ou hemólise (quando há a destruição prematura dos glóbulos vermelhos).

Alterações nos glóbulos brancos

Existem alguns tipos de glóbulos brancos que podem ser identificados no hemograma. Se houver uma grande quantidade de leucócitos, por exemplo, provavelmente há uma infecção bacteriana em curso, como as gastroenterites. Também pode ser sinal de doenças mais graves, como leucemia, ou de inflamações, como apendicite.

Entretanto, caso a alta concentração seja de eosinófilos, o indivíduo pode estar com uma alergia ou com uma infecção causada por parasitas no intestino (parasitoses intestinais).

Há, ainda, a possibilidade de o hemograma indicar uma piora no estado do paciente. Isso acontece quando o exame mostra o aumento de bastonetes, apontando que o sistema imunológico não está dando conta de combater a infecção.

Alterações nas plaquetas

As plaquetas são responsáveis pela coagulação do sangue. **Quando estão muito baixas, podem indicar cânceres que afetam a medula óssea (leucemia, por exemplo), além de infecções bacterianas (sepse) e virais (HIV, hepatite C, dengue hemorrágica, entre outras) e doenças autoimunes (púrpura trombocitopênica idiopática, anemia aplástica, entre outras) **.

Se a contagem for mais alta do que as referências, há um quadro de trombocitose, que é capaz de ser causado por tuberculose, doenças na medula óssea e colite.

Para que serve o hemograma?

O hemograma pode ser utilizado para diferentes propósitos, como:

  • Confirmar ou descartar diagnósticos: geralmente é solicitado para identificar o motivo de sintomas como febre, fadiga e fraqueza. Pode ser utilizado também para que o médico desconsidere algumas possibilidades de diagnóstico
  • Monitorar um tratamento que está em andamento: é possível verificar se um tratamento está funcionando corretamente ou não pela checagem da quantidade de glóbulos brancos no sangue
  • Averiguar se a saúde do paciente está em dia: é frequentemente utilizado como exame de rotina e ajuda a identificar doenças de maneira precoce
  • Confirmar que o paciente está saudável para fazer uma cirurgia: o hemograma é um dos exames obrigatórios antes de uma pessoa ser submetida a cirurgias, pois assegura que ela está apta ao procedimento

Quais diagnósticos podem ser feitos com esse exame?

O hemograma permite uma série de diagnósticos de doenças em várias áreas da medicina. Confira alguns exemplos:

  • Cânceres na medula óssea, como leucemia e mieloma
  • Linfoma
  • Anemia
  • Distúrbios na medula óssea
  • Infecções virais, bacterianas e parasitárias
  • Inflamações diversas, como apendicite
  • Doenças autoimunes, como púrpura trombocitopênica idiopática (PTI), anemia aplástica e anemia hemolítica
  • Desnutrição
  • Alergia
  • Policitemia

É importante dizer que, por si só, o hemograma é incapaz de diagnosticar diretamente uma doença. Os resultados vão apontar se há variações dos valores de referências das hemácias, glóbulos brancos ou plaquetas e, dessa forma, demonstrar se existe algo de errado no organismo.

O médico deve utilizar as respostas do teste em conjunto com exames clínicos, investigação do histórico do paciente e, se necessário, exames específicos que consigam confirmar ou não as suspeitas.

O que o hemograma não detecta?

Embora seja um exame muito completo e frequentemente solicitado, o hemograma não consegue detectar algumas condições como gravidez, HIV e outras ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) e diabetes.

Também não é considerado um exame toxicológico. Dessa forma, não irá identificar drogas e outras substâncias no organismo do indivíduo.

Quando e quem deve fazer o exame?

O hemograma é recomendado como um exame de rotina anualmente para todas as pessoas, de todas as faixas etárias. É possível, ainda, que o médico solicite o teste se o paciente apresentar sintomas como:

  • Cansaço
  • Fraqueza
  • Manchas roxas em grande quantidade por todo o corpo
  • Febre
  • Sinais de infecção e inflamações
  • Sangramento no nariz, nas gengivas ou na pele

O profissional também pode solicitá-lo para acompanhar a reação do corpo a um determinado tratamento, seja ele com medicamentos ou por meio da radiação, no caso de câncer.

Se o paciente tiver sofrido hemorragia, o exame também é essencial para checar a quantidade de sangue que foi perdida. Antes de procedimentos cirúrgicos, o hemograma é obrigatório para analisar se todas as células sanguíneas estão normais.

Como é feito e qual o tempo de duração de um hemograma?

A amostra de sangue é coletada de maneira muito prática e rápida, durando entre 5 e 10 minutos no máximo. Algumas pessoas podem sentir dor ou aflição pela penetração da agulha na pele, mas a sensação ruim é por apenas alguns segundos.

Para realizar a coleta, o profissional da saúde:

  • Higieniza a área em que o sangue vai ser coletado com álcool (geralmente na dobra do braço, na região oposta do cotovelo, onde está localizada a veia fossa antecubital)
  • Coloca um garrote (dispositivo usado para barrar a circulação sanguínea) acima da área que será perfurada para visualizar melhor a veia
  • Introduz a agulha na veia e coleta o sangue por meio de um tubo

Depois, o sangue é encaminhado para o laboratório para ser analisado.

Como se preparar e quais os cuidados após o exame

Não é necessário fazer preparos específicos para esse tipo de exame. É recomendado somente não ingerir bebida alcóolica 72 horas antes da coleta. Também é importante evitar exercícios físicos pesados na véspera.

Atualmente, não é mais obrigatório ficar de jejum, a não ser que seja um pedido particular do médico. No entanto, é indicado que o paciente faça uma dieta leve um dia antes do exame. Caso contrário, um jejum de 3 horas é aconselhado.

Depois da realização do hemograma, o paciente pode voltar à rotina normalmente e, sendo importante apenas não carregar peso e fazer esforços com o braço em que a coleta foi feita. Além disso, não existem contraindicações para a realização desse exame. Ele é liberado e seguro para todas as pessoas.

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