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Hemorragia

Sintoma ocorre devido à ruptura de vasos sanguíneos e pode ser fatal

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O que é hemorragia?

A hemorragia é definida pela perda de sangue que ocorre quando existe uma ruptura de vasos no sistema circulatório. Ela acontece em decorrência de cortes, pancadas, algumas doenças, hábitos de vida e uso de certos medicamentos.

Conforme a localização da hemorragia, é possível defini-la como interna ou externa. A externa é mais fácil de ser identificada, pois é possível enxergar o sangue. A interna, por outro lado, é mais complicada de ser diagnosticada, já que o sangramento acontece sem lesões visíveis na pele.

Ao notar sinais de hemorragia abundante, é recomendado procurar a emergência médica o mais rápido possível. Isso porque o quadro pode evoluir para um caso de choque hipovolêmico, situação em que o organismo fica sem sangue nos vasos sanguíneos, resultando, muitas vezes, em óbito.

O que causa hemorragia e quais são os fatores de risco?

Vários problemas conseguem causar hemorragia ou são alertas para ter atenção ao surgimento do sintoma no futuro. Os principais são:

  • Causas traumáticas: ferimentos, como cortes, perfurações e lacerações, fraturas e cirurgias, que podem acarretar sangramento durante ou após o procedimento.
  • Doenças: aneurismas, hemofilia, diabetes, câncer, condições que afetam o fígado, doença de Crohn, colite, cálculos renais, infecções no trato urinário, hipertensão arterial e alcoolismo.
  • Uso de medicamentos: anticoagulantes e antiplaquetários, como aspirina.
  • Condições ginecológicas: menstruação excessiva e prolongada (menorragia), aborto espontâneo, gravidez ectópica e deslocamento prematuro da placenta.
  • Hábitos de vida: dieta pobre em vitamina K (que é essencial para a coagulação sanguínea) e tabagismo.

Quais são os tipos de hemorragia e seus sintomas?

A hemorragia é classificada entre externa e interna. Saiba mais:

Hemorragia externa

É aquela em que o sangramento é aparente e é mais ou menos intenso conforme o vaso sanguíneo afetado. Dessa forma, costumam ser identificadas da seguinte maneira:

  • Capilar: tipo de sangramento mais comum, que só afeta os vasos mais superficiais (os capilares). Geralmente, ocorrem devido a batidas, escoriações e pequenos cortes.
  • Venosa: esses casos ocorrem por conta de cortes grandes ou profundos. A hemorragia apresenta um fluxo lento, mas contínuo, que requer atenção.
  • Arterial: são os quadros mais graves, pois atingem as artérias (vasos que levam o sangue do coração para o restante do corpo). A coloração do sangue é de um vermelho intenso e o paciente pode apresentar jatos distantes que saem do corte.

Hemorragia interna

É o sangramento que ocorre em algum órgão interno, sem ter nenhum tipo de lesão na pele. É mais difícil de ser identificada, mas é comum em acidentes. Os sintomas, que muitas vezes demoram a aparecer, são:

Após algum tempo, o paciente pode apresentar sangue nas fezes e urina, ou saindo da boca ou nariz.

Como é feito o diagnóstico?

Ao notar sinais de hemorragia interna ou externa, é recomendado procurar a emergência médica o quanto antes. No pronto socorro, os primeiros atendimentos são feitos por um clínico geral, que irá fazer um exame físico no paciente para avaliar a presença de machucados, cortes ou perfurações, além de questionar sobre sintomas capazes de indicar sangramento interno.

É importante que o médico também apalpe o corpo do indivíduo, a fim de detectar dores e inchaços. Os sinais vitais, como pressão, batimentos cardíacos e frequência respiratória devem ser monitorados com atenção.

O diagnóstico preciso do que está causando a hemorragia é fundamental para evitar complicações, como a morte, principalmente em casos de hemorragia interna ou arterial.

O hematologista é o especialista indicado para diagnosticar e tratar doenças do sangue, como a hemofilia e a doença de von Willebrand, que afetam o processo de coagulação.

Hemorragia tem cura? Como é feito o tratamento?

A hemorragia é um sintoma de alguma outra condição ou fatores, como acidentes. Por isso, para tratá-la, é necessário encontrar o motivo real do sangramento. A gravidade e o tipo de hemorragia também determinam o tratamento que será adotado.

Hemorragias simples, como no nariz ou nas camadas superficiais da pele, conseguem ser controladas com uma compressa no local por alguns minutos. Mas se o sangramento for intenso devido a uma lesão grande ou profunda, é recomendado ir ao hospital para que o médico avalie a necessidade de dar pontos no local.

Pacientes que sofreram acidentes automobilísticos, quedas ou ferimentos por armas brancas ou de fogo, precisam ser encaminhados para o hospital. Nessas situações, o médico irá analisar a necessidade de tratamento cirúrgico, caso os machucados tenham afetado órgãos.

Se os centros médicos estiverem a mais de 30 minutos de distância e tiver ocorrido amputação do braço ou da perna, é possível aplicar o torniquete com objetivo de parar a circulação sanguínea naquela região.

Quais são as complicações da hemorragia?

Se a hemorragia não for devidamente tratada, é capaz de evoluir para complicações graves e potencialmente fatais, como:

  • Choque hipovolêmico: quando há uma diminuição drástica do fluxo sanguíneo nos vasos. Pode causar falência múltipla dos órgãos e morte do paciente.
  • Isquemia: acontece quando o fluxo sanguíneo não chega a órgãos vitais, causando infarto ou AVC.
  • Síndrome compartimental: é o aumento da pressão em um compartimento muscular, causado por hemorragia interna.
  • Anemia: outra consequência da hemorragia é a diminuição dos glóbulos vermelhos no sangue. Dependendo da gravidade, é necessário realizar transfusão sanguínea.

Tem como prevenir a hemorragia?

Sim, existem maneiras de prevenir um quadro de hemorragia. Pacientes que possuem distúrbios da coagulação, por exemplo, devem seguir o tratamento recomendado com o hematologista, a fim de evitar sangramentos. O mesmo ocorre com pessoas que têm doenças hepáticas, diabetes e hipertensão arterial.

É necessário, também, fazer o uso seguro de medicamento, seguindo as orientações prescritas pelo médico. Outro fator importante é realizar check-ups anuais para monitorar possíveis problemas de saúde.

Manter uma vida saudável, com dieta equilibrada e pelo menos 30 minutos de exercícios físicos diários também é fundamental. Outra dica é utilizar equipamentos de segurança durante a prática de esportes ou atividades com risco de lesões, além de ter um ambiente seguro no trabalho e em casa para evitar acidentes e ferimentos.

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