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Eletroencefalografia

Exame neurológico é indicado em casos de epilepsia e distúrbios do sono

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O que é a eletroencefalografia?

Eletroencefalografia ou eletroencefalograma (EGG) é um exame neurológico que analisa atividades elétricas espontâneas do cérebro, captadas por meio de eletrodos fixados no couro cabeludo.

O principal objetivo do procedimento é obter registros gráficos da atividade elétrica cerebral para observar a existência de anormalidades, como epilepsia e distúrbios do sono. Para isso, é utilizado o aparelho de EGG, que é capaz de amplificar os sinais elétricos do cérebro em milhares de vezes, até torná-los detectáveis nos eletrodos.

É um método não invasivo, indolor e pode ser feito em qualquer momento da vida, incluindo recém-nascidos e idosos em idade avançada. A duração da eletroencefalografia depende do objetivo do exame e geralmente leva de 20 minutos (em casos rotineiros) até 12 horas (se for feito durante o sono).

Na maioria das vezes, é solicitado por especialistas como o neurologista , o neuropediatra, o psiquiatra , o clínico geral e o médico do sono.

O que o exame detecta?

A eletroencefalografia é utilizada para detectar alterações elétricas no cérebro , que podem ser causadas por:

  • Distúrbios convulsivos, como perda de consciência por motivo desconhecido
  • Epilepsia
  • Distúrbios do sono, como insônia, apneia e síndrome das pernas inquietas
  • Esquizofrenia
  • Síndrome pós-concussional (caracterizada por uma série de sintomas, como dor de cabeça, problemas de memória recente e confusão mental, que surgem após uma concussão)
  • Encefalopatias (acontece como uma consequência de doenças hepáticas, quando as toxinas que não são filtradas pelo fígado atingem o cérebro, causando deterioração no órgão)
  • Encefalites (infecções ou inflamações no cérebro)
  • Perda de consciência ou demência
  • Danos causados por abuso de drogas e álcool
  • Enxaqueca e outras cefaleias
  • Tumores cerebrais
  • Lesões e hemorragias no cérebro
  • Edema cerebral (inchaço em uma parte ou em todo o órgão)

Quais são os tipos de encefalografia?

Existem diferentes tipos de encefalografia, que devem ser utilizados para investigar diferentes situações, conforme os sintomas apresentados pelo paciente. Conheça os principais:

EEG de rotina

O exame analisa o comportamento do cérebro durante algumas ações, como abrir e fechar os olhos, ser induzido a luzes vibrantes e pulsantes, e durante alguns exercícios de respiração.

O procedimento dura entre 20 e 40 minutos. Dessa forma, pode ser considerado limitado, pois alterações cerebrais que ocorram fora dessa janela de tempo não serão detectadas.

EEG em sono

Trata-se de uma modalidade mais demorada, em que o paciente precisa passar a noite no hospital para identificar possíveis distúrbios do sono.

É possível que o exame dure até 12 horas e, por isso, é recomendado que o indivíduo fique sem dormir na noite anterior para facilitar a indução do sono na hora do teste.

Se houver necessidade, o médico deve indicar o uso de alguns antialérgicos. No entanto, soníferos não são indicados, pois prejudicam as atividades cerebrais.

EEG em vigília

Esse tipo de eletroencefalografia é feito com o paciente acordado. O objetivo é identificar condições como epilepsia, demência e tumores cerebrais.

Pode ser simples, quando os eletrodos são posicionados a fim de monitorar o comportamento cerebral espontâneo, ou com provas de ativação, em que são utilizados métodos de fotoestimulação e de respiração forçada para estimular o córtex.

EEG com mapeamento cerebral

Nessa modalidade, os resultados dos eletrodos conectados no couro cabeludo do paciente são transmitidos diretamente na tela do computador. As imagens se transformam em um mapa colorido, que indica a atividade elétrica em cada parte do cérebro.

Essa eletroencefalografia permite diagnósticos mais certeiros e qualificados com o uso da tecnologia.

EEG prolongado

É feito quando o paciente tem um ataque convulsivo ou outras complicações causadas pelas provas de ativação durante a eletroencefalografia.

Nessas situações, o médico prolonga a realização do exame por algumas horas conforme a gravidade dos sintomas apresentados pelo indivíduo.

EEG ocupacional

É realizado com objetivo de monitorar a saúde do trabalho. Dessa forma, é indicado para funções de risco, como profissões que trabalham em altura (pintores, pedreiros e profissionais que atuam na construção civil), motoristas e pilotos de avião.

Quando e quem deve fazer o exame?

Por não ser invasiva e ser considerada rotineira, a eletroencefalografia pode ser feita por pessoas de todas as idades, incluindo recém-nascidos e idosos.

Esse exame deve ser prescrito sempre que um especialista suspeitar de alterações elétricas no cérebro , que ocorrem após traumas na região da cabeça, hemorragias e suspeitas de outros diagnósticos neurológicos ou psiquiátricos, como epilepsia, esquizofrenia e edemas cerebrais.

Também é recomendado para profissionais que vão atuar ou que já atuam em atividades de risco , com objetivo de diminuir a possibilidade de mal súbito e doenças que conseguem impactar o funcionamento cerebral.

Como a eletroencefalografia é feita e qual é o tempo de duração?

Para realizar o exame, são colocados eletrodos (aproximadamente 20) espalhados por todo o couro cabeludo do paciente. Para isso, é utilizada uma pasta condutora, que além de ajudar na fixação dos aparelhos, também permite a captação adequada da atividade cerebral.

A partir das voltagens recebidas por cada eletrodo, a máquina de EEG passa a formar traços ondulados, que podem ser analisados na tela do computador (se o procedimento for digital) ou em papel (se for analógico).

A duração depende do tipo de EEG que será feito. Se for um exame de rotina, tende a demorar no máximo 40 minutos. Mas, se for feito durante o sono, é possível que o procedimento se estenda por até 12 horas.

Como se preparar e quais são os cuidados após o procedimento?

O eletroencefalograma requer poucos preparos. No geral, é necessário apenas que o paciente:

  • Esteja bem alimentado
  • Esteja com os cabelos limpos e secos, sem o uso de cremes, gel e mousses finalizadores, para facilitar a fixação dos eletrodos
  • Esteja sem lentes de contato
  • Durma menos que o habitual. Por exemplo, se tiver o hábito de dormir por 8 horas, diminuir o tempo para 4 horas. No caso do EGG em sono, o indicado é permanecer acordado pelo máximo de tempo possível
  • Evite consumir bebidas estimulantes, como café e energéticos

Não é necessário raspar o cabelo para fixar os eletrodos, e os fios também não são prejudicados com a aplicação da pasta condutora.

Após o término do exame, a pessoa pode voltar às atividades normalmente, com exceção dos que tiveram privação de sono. Nessas situações, é importante que esteja acompanhada de algum parente ou amigo e evite dirigir.

Existem riscos em fazer a eletroencefalografia? Quais são as contraindicações?

Na maioria das vezes não existe riscos durante o eletroencefalograma. No entanto, é possível que aconteçam crises convulsivas ou epilépticas durante as provas de ativação (fotoestimulação, por exemplo).

Como o exame não é invasivo, não existem contraindicações absolutas. Se o paciente tiver seborreia, infestação de piolhos ou infecções de pele, o médico deve indicar que essas condições sejam tratadas antes do exame , pois são capazes de impedir a colocação correta dos eletrodos.

Além disso, caso a pessoa tenha pintado o cabelo ou feito qualquer tipo de procedimento químico na cabeça (como progressivas e relaxamentos), é necessário esperar pelo menos 48 horas antes de se submeter ao eletroencefalograma.

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