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Saúde e Bem-estar

Por que meu filho fica mais doente no outono?

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Gripes, resfriados, rinite e bronquite são algumas das doenças mais comuns da estação

Outono e doenças respiratórias: por que há aumento de casos nessa época?

Se parece que seu filho fica mais doente quando o outono chega, você não está imaginando coisas. Essa estação é conhecida por trazer um aumento nos casos de doenças respiratórias, principalmente em crianças. 

Isso acontece por uma combinação de fatores: o ar fica mais seco, as temperaturas variam bastante ao longo do dia e as pessoas tendem a passar mais tempo em ambientes fechados. Tudo isso facilita a circulação de vírus e irrita as vias respiratórias. 

Além disso, o organismo ainda está se adaptando à mudança de estação, o que pode deixar a imunidade um pouco mais vulnerável. A boa notícia é que existem maneiras de prevenir a frequência dos casos! 

Neste conteúdo, vamos te explicar como a mudança de estação impacta a saúde de crianças, o que facilita o contágio entre os pequenos e quais são as maneiras de prevenir doenças no outono. Confira! 

O que muda no corpo das crianças durante a estação?

O corpo infantil é mais sensível às mudanças do clima. No outono, o principal impacto acontece nas vias respiratórias. 

O ar seco, por exemplo, resseca as mucosas do nariz e da garganta, que são justamente a primeira barreira de defesa contra vírus e bactérias. Quando essa proteção natural fica comprometida, o risco de infecções aumenta. 

Outro ponto é a oscilação de temperatura. Aquela diferença entre manhã fria, tarde quente e noite gelada exige que o corpo se adapte o tempo todo e isso pode causar um certo “estresse” no organismo. 

Criança gripada toda hora é normal? Saiba quais são as doenças mais comuns no outono 

Dentro de um certo limite, é sim normal que crianças fiquem doentes com mais frequência, principalmente as menores, que ainda estão com o sistema imunológico em desenvolvimento. 

Na prática, isso significa que episódios recorrentes de doenças respiratórias podem acontecer ao longo do ano, especialmente em crianças que frequentam escola ou creche, onde o contato com vírus é maior. 

Mas atenção: quando essas infecções são muito frequentes, intensas ou demoram mais do que o esperado para melhorar, vale investigar com um pediatra. Esse acompanhamento é importante para descartar possíveis alergias, baixa imunidade ou outras condições. 

No outono, esse cenário tende a se intensificar. Isso porque algumas doenças respiratórias se tornam mais comuns nessa época, como: 

Ou seja, um aumento nos episódios é esperado, mas sempre com atenção aos sinais de alerta. 

Ar seco e mudanças de temperatura: qual o impacto real no corpo infantil?

O ar seco é um dos grandes vilões do outono e isso tem uma explicação bem direta no funcionamento do corpo, ainda mais em crianças 

As vias respiratórias (nariz, garganta e pulmões) são revestidas por uma mucosa que funciona como uma barreira de proteção, ajudando a filtrar vírus, bactérias e outras partículas do ar. 

Quando a umidade do ar cai, essa mucosa resseca e perde eficiência. Com isso, o organismo fica mais exposto a agentes infecciosos e irritantes, o que pode causar sintomas como irritação no nariz e na garganta, tosse secasensação de desconforto ao respirar e até sangramentos nasais em alguns casos. 

Além disso, o ressecamento também consegue piorar quadros alérgicos já existentes, como rinite e asma, deixando a criança mais sensível a poeira, ácaros e poluentes. 

Já as mudanças bruscas de temperatura, comuns no outono, exigem que o corpo se adapte rapidamente várias vezes ao dia. Esse esforço constante impacta o sistema imunológico, tornando-o momentaneamente menos eficiente no combate a vírus, o que favorece o surgimento de gripes e resfriados. 

Outro ponto importante é o comportamento das pessoas nessa época: com dias mais frios, é comum manter portas e janelas fechadas, o que reduz a circulação de ar.  

Ambientes fechados e pouco ventilados facilitam a concentração e a transmissão de vírus respiratórios, aumentando ainda mais o risco de contágio, especialmente entre crianças. 

Quais fatores aumentam o risco de contágio?

Além do clima, alguns hábitos do dia a dia contribuem bastante para o aumento das doenças nessa época: 

  • Permanecer em ambientes fechados e com pouca ventilação 
  • Contato próximo com outras crianças (escola, creche) 
  • Higienização inadequada das mãos 
  • Compartilhamento de objetos 

Ou seja: não é só o outono em si, mas sim o conjunto de fatores que vem junto com ele. 

Quando é hora de levar ao pediatra?

Nem todo sintoma de doença respiratória precisa de consulta imediata com um pediatramas alguns sinais pedem atenção: 

  • Chiado no peito 
  • Tosse que não melhora 
  • Falta de apetite ou prostração 

Se algo parecer fora do padrão do seu filho, o ideal é não esperar. Lembre-se que a avaliação médica é sempre o caminho mais seguro. 

Como fortalecer a imunidade das crianças no outono? 

Não existe fórmula mágica, mas alguns cuidados fazem toda a diferença: 

  • Evitar ambientes fechados e sem ventilação sempre que possível 
  • Lavar as mãos com frequência 

Outro ponto importante: manter a rotina da criança o mais equilibrada possível ajuda o corpo a responder melhor às mudanças da estação. 

Dá para evitar que a criança fique doente no outono? 

Evitar completamente é difícil, ainda mais porque o contato com vírus faz parte do desenvolvimento do sistema imunológico. Mas dá, sim, para reduzir bastante a frequência e a intensidade das doenças com hábitos simples no dia a dia. 

Pequenas atitudes, como manter a casa ventilada, oferecer uma boa alimentação e incentivar a higiene já ajudam muito. 

No fim das contas, o objetivo não é impedir que a criança nunca fique doente, mas sim garantir que ela tenha um organismo mais preparado para lidar com essas situações. 

fazer os exames recomendados para a faixa etária também é uma maneira de assegurar mais saúde para os pequenosNeste outro conteúdo do blog saúde Vfalamos mais sobre a importância de fazer o check-up infantil e quais testes devem ser feitos de acordo com a idade da criança. Confira!  

Referências 

Prefeitura da Cidade de São Paulo 

Hospital Infantil Waldemar Monastier 

Governo do Estado de São Paulo 

Conselho Federal de Biomedicina 

Northwest Family Clinics 

CDC 

PubMed 

Mayo Clinic 

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Escrito por Vale Saúde

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