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Sarampo

Doença viral tem fácil transmissão e é potencialmente grave, podendo levar a complicações e à morte

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O que é o sarampo?

Sarampo é uma doença viral considerada extremamente contagiosa. A transmissão ocorre por meio de gotículas de saliva de uma pessoa contaminada e a infecção tem potencial para se tornar grave, inclusive com risco de morte em alguns casos, especialmente em crianças.

Os sintomas iniciais incluem coriza e febre. No entanto, a doença evolui rapidamente e pode se agravar, levando a casos de pneumonia e complicações neurológicas, como encefalites.

Para quem faz parte do grupo de risco, como bebês, gestantes e imunossuprimidos, precisa ter maior atenção na prevenção da doença, pois ela pode ser potencialmente fatal. A melhor maneira de evitar o sarampo é por meio da vacinação.

Quais são os principais sintomas?

Os sinais costumam se manifestar cerca de 10 dias após a contaminação e incluem:

  • Tosse seca
  • Coriza ou nariz entupido
  • Mal-estar intenso e generalizado
  • Perda do apetite
  • Irritação nos olhos (conjuntivite)
  • Manchas vermelhas (exantema) espalhadas por todo o corpo
  • Febre alta (acima de 38,5°) e progressiva (a cada dia, a temperatura se torna mais alta)

Como ocorre a transmissão?

O sarampo é considerado extremamente contagioso por conta de sua transmissão fácil. O contágio ocorre de pessoa para pessoa, por meio da tosse, do espirro, da fala ou até mesmo da respiração contaminada pelo vírus.

A infecção geralmente é transmitida a partir de 5 dias antes e até 5 dias depois do aparecimento das manchas vermelhas no corpo. Um único indivíduo doente consegue contaminar entre 12 e 18 pessoas, números até 4 vezes maiores que os do vírus da gripe, por exemplo.

É estimado, ainda, que 90% das pessoas suscetíveis (que não estão vacinadas) contraem o sarampo ao entrar em contato com alguém que esteja doente.

O sarampo pode causar complicações?

Sim. O sarampo é uma doença com um grande potencial de agravamentos e sequelas. Uma complicação muito comum da enfermidade é a pneumonia bacteriana, uma das principais causas de morte em crianças desnutridas e que também pode levar a óbito mulheres lactantes.

As complicações neurológicas também são muito preocupantes. Podem ocorrer casos de encefalite aguda (transitória) e encefalite crônica, que é mais rara, mas, em contrapartida, apresenta grandes chances de morte.

Quadros de encefalite crônica costumam acontecer anos após a contaminação pelo sarampo e surgem devido à permanência do vírus no sistema nervoso central. Dessa forma, o paciente se recupera da doença e, muito tempo depois, o vírus é reativado, levando a episódios de febre, dores de cabeça, convulsões e, muitas vezes, óbito.

Em jovens adultos (normalmente após os 20 anos), o sarampo também pode ser muito grave. Nessa faixa etária, o diagnóstico é mais complicado e há a possibilidade de a infecção ser confundida com a dengue. Além disso, uma complicação séria é a pneumonia viral, causada pelo próprio vírus do sarampo.

O sarampo ainda consegue provocar:

  • Otite
  • Episódios de diarreia
  • Surdez
  • Cegueira
  • Retardo do crescimento em crianças
  • Redução da capacidade mental
  • Infecção secundária bacteriana
  • Púrpura trombocitopênica aguda
  • Hepatite transitória
  • Panencefalite esclerosante subaguda (PEES)

Como é feito o diagnóstico?

Na maior parte dos casos, o diagnóstico de sarampo é apenas clínico e conta com exames físicos e relatos do paciente, que deve comunicar o médico sobre todos os sintomas apresentados. O profissional (geralmente um clínico geral, um infectologista ou um pediatra) também pode solicitar um exame de sangue para comprovar a infecção.

Todos os casos de sarampo, suspeitos ou comprovados, precisam ser relatados às autoridades sanitárias, pois a doença possui caráter epidêmico expressivo e deve ser controlada o quanto antes.

Sarampo tem cura? Como é feito o tratamento?

O sarampo tem cura, mas tem capacidade de evoluir rapidamente para um quadro mais grave. Por isso, o atendimento médico é necessário logo nos primeiros sintomas da doença.

É importante dizer que não existe um medicamento para o sarampo. O tratamento busca apenas o alívio dos sintomas, que tendem a diminuir sozinhos com o passar dos dias.

Em alguns casos, pode ser recomendado um tratamento específico para aumentar a imunidade. Também é indicado que o paciente:

  • Faça repouso
  • Mantenha-se hidratado
  • Siga uma dieta com alimentos leves
  • Utilize os medicamentos recomendados pelo médico, como antitérmicos para aliviar a febre
  • Limpe os olhos com água morna, caso apresente conjuntivite
  • Busque isolamento para não transmitir a doença. Crianças devem ser afastadas imediatamente das atividades escolares

Como se prevenir da doença?

Devido aos índices altíssimos de transmissão, a melhor maneira de se prevenir contra o sarampo é se vacinando corretamente. Existem diferentes tipos de vacinas contra a doença, que são facilmente encontradas nos sistemas públicos e privados do Brasil.

Portanto, para não contrair o sarampo, é aconselhado estar de olho na carteirinha de vacinação. No caso das crianças, os responsáveis devem se certificar que todas as vacinas estão em dia.

Adultos também precisam checar a caderneta de vacinação e ter certeza de que a vacina contra o sarampo foi aplicada. O imunizante só não é recomendado nos seguintes casos:

  • Pessoas que estão com suspeita de sarampo
  • Mulheres grávidas
  • Bebês com menos de seis meses de idade
  • Imunodeprimidos

Atenção: vacinas não causam autismo

Até 2016, o sarampo era uma doença considerada erradicada no Brasil. Isso foi possível devido à grande cobertura vacinal presente no país até então. Entretanto, em 2017 vários países da América do Sul começaram a apresentar casos de sarampo, e o Brasil não ficou fora desses índices.

Em 2019, sofremos com um grande surto da doença (o maior desde 1996) e perdemos a certificação de “país livre do sarampo”. A principal causa desse regresso é um boato, sem comprovação científica, de que a vacina tríplice viral (que protege contra sarampo, caxumba e rubéola) estaria ligada ao autismo.

Em 1998, o então médico Andrew Wakefield foi o responsável por publicar um artigo na revista médica The Lancet relacionando o imunizante a casos de autismo. No entanto, o estudo, realizado com 12 crianças, foi desmascarado em 2004 por um jornalista que descobriu que Wakefield foi antecipadamente pago por advogados interessados em processar indústrias farmacêuticas.

Andrew Wakefield foi proibido de exercer Medicina no Reino Unido, mas a sua fraude, infelizmente, segue influenciando negativamente pessoas em todo o mundo. Por isso, é importante dizer que a vacina do sarampo (assim como todas as vacinas) é segura e não tem qualquer tipo de ligação com o autismo.

Sarampo é uma doença séria, que foi, durante muito tempo, uma das principais causas de morte infantil no Brasil. O controle da infecção, feito por meio da vacinação, é essencial para salvar vidas.

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