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Câncer de Estômago

Câncer de estômago ou câncer gástrico está entre os mais frequentes e é fortemente relacionado a hábitos alimentares

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O que é câncer de estômago e como ele se desenvolve?

Câncer de estômago, adenocarcinoma gástrico ou câncer gástrico é o quarto tipo mais frequente entre homens e o sexto entre as mulheres no Brasil. Só em 2022, foram cerca de 21 mil novos casos. Em 2021, o número de mortes pela doença chegou a 14.260.

O estômago é um dos órgãos mais importantes do aparelho digestivo. Ele está localizado abaixo do diafragma, entre o esôfago e o duodeno, no lado superior esquerdo do abdômen.

O câncer nessa parte do corpo está frequentemente associado a fatores de alimentação e nutrição. O excesso de gordura corporal (sobrepeso e obesidade) é um dos motivos mais importantes para o surgimento da doença. Ele pode causar inflamações promotoras de câncer, além de interferir na produção de hormônios que podem desregular a reprodução celular e, consequentemente, promover o crescimento de células cancerígenas.

Outro fator relacionado ao excesso de gordura é o refluxo, que pode gerar condições facilitadoras para o desenvolvimento do tumor no estômago.

Saiba mais sobre Câncer de Estômago com o oncologista Dr. Pedro Hashizume

Quais são os sintomas do câncer de estômago?

Geralmente, o câncer de estômago não apresenta sintomas específicos, o que contribui para um diagnóstico atrasado e, geralmente, quando a doença já está em estágio avançado. Alguns sinais, entretanto, podem indicar tanto uma doença benigna (úlcera, gastrite, entre outras) quanto uma maligna, como um tumor de estômago. São eles:

Porém, na maioria das vezes, esses sintomas não são causados por câncer. De qualquer modo, é importante que eles sejam investigados por um médico, principalmente se não melhorarem em alguns dias.

Além disso, sentir dor no momento em que o estômago é palpado também é um dos sinais que podem indicar o câncer gástrico. O aparecimento dos sintomas está relacionado com a evolução da doença. Outros sintomas menos comuns são **vômitos com sangue, sangue nas fezes ou fezes escurecidas, pastosas e com odor muito forte.

Os sinais que indicam estágio avançado da doença são massa palpável na parte superior do abdômen, aumento do tamanho do fígado e presença de íngua na área inferior esquerda do pescoço e nódulos ao redor do umbigo.

Fatores de risco: o que causa câncer no estômago?

Alguns fatores e hábitos podem contribuir para o surgimento do câncer. São eles:

  • Sobrepeso e obesidade
  • Consumo de álcool e tabagismo
  • Consumo excessivo de sal
  • Pré-disposição genética (possuir parentes de primeiro grau com câncer de estômago)

Para prevenir o câncer de estômago, alguns hábitos devem ser adotados:

Como é o diagnóstico de câncer de estômago?

A detecção precoce do câncer é uma estratégia para identificar o câncer de estômago em pacientes com sintomas e sinais sugestivos da doença ou nos que tenham maiores chances de ter o tumor para, assim, aumentar as chances de cura. É feita por meio de exames clínicos, laboratoriais, endoscópicos ou radiológicos.

O diagnóstico do câncer de estômago é frequentemente feito através do exame de endoscopia, em que um tubo é introduzido na boca do paciente sedado a fim de permitir a visualização de órgãos internos e a coleta de material para análise e diagnóstico. Em algumas situações, outros exames são necessários para identificar características do tumor.

Como é o tratamento para câncer de estômago?

Quando descoberto cedo, o câncer de estômago tem altas chances de cura.

Os tratamentos para câncer de estômago variam conforme tipo e estágio da doença.

Os tumores em fases iniciais podem ser tratados com ressecção endoscópica, uma técnica que permite a remoção de lesões gastrointestinais presentes nas camadas superficiais da parede do tubo digestivo.

Já os cânceres em estágios mais avançados podem contar também com a quimioterapia e eventualmente a radioterapia no tratamento. Além disso, alguns tipos podem necessitar de realização de cirurgia para retirar o estômago ou parte dele.

As chances de cura de câncer no estômago variam conforme o tipo da doença. Quando o tumor é localizado, ou seja, restrito ao estômago e gânglios linfáticos ao redor, a taxa de sobrevida (taxa de tratamento bem-sucedido) é de 70%.

O risco de retorno do tumor no estômago acontece principalmente nos primeiros dois anos após a cura. É importante que nesse período o paciente tenha consultas a cada 3 meses com seu médico ou oncologista para acompanhamento e realização de anamnese (conversa ou questionário para coleta de dados sobre o paciente) e exame físico.

Após esse período, são recomendadas consultas a cada 6 meses até o quinto ano.

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