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Saúde da gestante e do bebê: o que é ultrassom morfológico?

30 de

maio

de 2023

o que é ultrassom morfológico
assinatura vale saúde

Neste Mês das Mães, fique por dentro dos exames de imagem realizados no pré-natal

Qual a diferença entre ultrassom normal e morfológico?

Muito além de trazer uma criança ao mundo, o médico obstetra é o profissional de saúde responsável por acompanhar todos os processos de uma gestação. O ideal é consultá-lo ainda quando se planeja a gravidez, durante os nove meses (ou 40 semanas) em que essa vida é gestada e também após o parto, nos primeiros 28 dias do bebê.

Durante a gestação, o atendimento com este especialista deve ocorrer, no mínimo, uma vez ao mês (ou conforme orientação médica) até a 35ª semana para realizar o pré-natal, com atenção ao desenvolvimento do feto. Após esse período, as consultas passam a ser realizadas de uma a duas semanas, em média, até chegar a hora do parto. Todo esse acompanhamento, com solicitação e avaliação de exames (clínico, laboratoriais e de imagem), garante a saúde do bebê e da mãe.

Dessa forma, o obstetra terá condições de identificar possíveis doenças gestacionais (como pré-eclâmpsia, anemia, infecções vaginais e urinárias, diabetes e hipertensão, entre outras) e estar atento a possíveis alterações genéticas do feto. Além disso, o especialista poderá esclarecer dúvidas sobre a gestação e orientar a respeito das opções de parto, priorizando a humanização e segurança da paciente.

Quem já acompanhou a rotina de uma grávida sabe que elas têm em sua agenda de futura mamãe uma série de ecografias periódicas a cumprir. Os exames de imagem que focam na saúde do feto e devem ser feitos durante o pré-natal são:

  • Ultrassonografias (abdominal, pélvica, transvaginal, fetal)
  • Ultrassonografia obstétrica com dopplervelocimetria (verifica o ambiente vascular do feto)
  • Perfil biofísico fetal
  • Cardiotocografia (monitora os batimentos cardíacos)

A prescrição e análise desses exames é feita pelo obstetra. O tamanho do feto a cada mês, assim como os batimentos cardíacos, movimentos corporais e respiratórios também devem ser medidos por esse profissional.

Na área de Medicina Fetal (subespecialidade da obstetrícia), os profissionais dedicam-se à saúde do feto e o tratam como paciente, focando principalmente nos recursos e tecnologias de acompanhamento do bebê no útero. A evolução dos ultrassons morfológicos agora permite até imagens em 3D e 4D.

Neste Mês das Mães, vamos apresentar algumas curiosidades e dicas sobre este tipo de exame, para quem está no início de sua gestação ou planeja engravidar. Confira a seguir as informações!

O que dá para ver no ultrassom morfológico?

O ultrassom morfológico, também conhecido como ultrassonografia morfológica ou ultrassom obstétrico de segundo trimestre, é um exame de imagem realizado durante a gestação para avaliar o desenvolvimento e a anatomia do feto dentro do útero.

O médico ou técnico em ultrassonografia utiliza um aparelho para emitir ondas sonoras de alta frequência no abdômen da mulher grávida. Essas ondas sonoras são refletidas pelos tecidos e órgãos do bebê, criando imagens do feto e da placenta no útero em tempo real. As informações fornecidas são importantes para a análise da saúde do bebê em formação.

O ultrassom morfológico é um exame de imagem que permite avaliar a anatomia fetal. É possível observar a estrutura e o desenvolvimento dos órgãos internos, como o coração, pulmões e ossos (coluna vertebral, costelas, mãos e pés). No tórax, ainda é avaliado o diafragma; no abdômen: rins, bexiga e estômago.

Especificamente sobre a cabeça, mostra o tamanho do cérebro, presença de cavidades, presença de malformações cranianas, face, ossos da face (incluindo avaliação de perfil e dos lábios superiores – para descartar quadros de fenda palatina).

Para avaliação satisfatória de todas essas estruturas, o feto deve estar em um posicionamento adequado. É um exame difícil e depende da “colaboração” do bebê, pois caso ele esteja mal posicionado ou tenha algum fator externo que prejudique como, por exemplo, obesidade materna, o exame será tecnicamente mais difícil.

O procedimento ainda é utilizado para a realização da biometria fetal, em que as principais medidas consideradas são: diâmetro biparietal (ossos que formam a lateral da cabeça do bebê) e occipito-frontal (distância entre a região da nuca e frontal do crânio), circunferência abdominal, comprimento do fêmur (osso da coxa, o maior do esqueleto humano) e do úmero (osso mais longo do braço) e distância ocular (entre os olhos).

Quando é indicado fazer ultrassom morfológico?

Toda mulher grávida deve realizar a ultrassonografia obstétrica morfológica de primeiro e de segundo trimestre. Isso é um direito que lhe é assegurado, independentemente da idade, de quantos filhos ela já teve, se todos são saudáveis ou não ou de qualquer outro fator pessoal ou familiar.

Além de mostrar a morfologia fetal, esse exame de imagem detalhado avalia o crescimento do feto, a quantidade de líquido amniótico e o grau de maturidade placentária.

A realização do ultrassom morfológico com Doppler não possui qualquer contraindicação. É um exame não invasivo que faz parte da rotina do pré-natal, não oferecendo qualquer risco para a paciente e para o bebê.

Já a ultrassonografia morfológica de terceiro trimestre 3D/4D não é um exame pré-natal obrigatório. No entanto, a maioria das gestantes realiza o teste de acordo com a orientação médica.

Qual o melhor momento para fazer ultrassom morfológico?

Este exame de imagem geralmente é realizado entre a 18ª e 24ª semana de gestação, permitindo a visualização detalhada das estruturas fetais.

Por esse motivo, a ultrassonografia morfológica também é chamada de ultrassom obstétrico de segundo trimestre.

O exame tem como objetivos:

  • Confirmar a idade gestacional do bebê
  • Monitorar o crescimento e desenvolvimento do feto
  • Determinar o sexo do bebê
  • Monitorar os batimentos cardíacos
  • Avaliar o tamanho do bebê, medindo cabeça, tórax, abdômen e fêmur
  • Verificar problemas como placenta de inserção baixa e descolamento da placenta
  • Medir o comprimento do colo do útero
  • Examinar anormalidades, como malformações e possíveis doenças ou problemas de fluxo de sangue
  • Monitorar os níveis de líquido amniótico no abdômen materno
  • Determinar se o feto está recebendo oxigênio suficiente
  • Diagnosticar problemas com os ovários ou útero, tais como tumores da gravidez
  • Confirmar uma possível morte intrauterina

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Para que serve a ultrassonografia morfológica de 20 semanas?

A ultrassonografia obstétrica de 20 semanas é chamada de “morfológica” porque fornece informações identificadas sobre a estrutura e a forma do feto, dando certeza sobre a normalidade de seu desenvolvimento nesta fase da gravidez.

Esse exame utiliza ondas sonoras para criar uma imagem do feto e da placenta no útero. Durante um ultrassom morfológico, o médico pode verificar se o bebê está crescendo, se todos os órgãos estão se desenvolvendo normalmente e se existem anomalias ou malformações aparentes.

Embora a ultrassonografia morfológica de 20 semanas seja um exame bastante avançado, ela não é capaz detectar todas as anomalias do feto. Algumas disfunções mais raras podem não ser verificáveis nesse exame e somente visualizadas em procedimentos mais específicos ou em momentos posteriores da gestação.

Se o médico identificar alguma preocupação, ele pode solicitar exames complementares ou encaminhar a gestante para um especialista para um diagnóstico mais preciso.

Como é feito o ultrassom morfológico e quanto tempo dura o exame?

Chegando à clínica, a paciente é orientada a se deitar com a barriga virada para cima e o dorso elevado (aproximadamente 45 graus). O médico então vai espalhar um gel transparente, à base de água, na barriga e pelve da grávida. Esse gel serve para facilitar a transmissão das ondas sonoras.

É utilizada uma sonda de mão sobre a barriga e pelve da gestante, que irá emitir e captar ondas sonoras e criar as imagens na máquina de ultrassom. O dispositivo capta as ondas sonoras que são emitidas por todas as partes do útero, incluindo movimentos do bebê.

Esses ecos são transformados em imagem e exibidos em um monitor, permitindo ao médico analisar todas as características do feto, além do útero, colo e ovários. As imagens da ultrassonografia mostram o bebê se movimentando, além de ser possível ouvir seus batimentos cardíacos.

No segundo trimestre, também é feita a avaliação transvaginal do colo do útero. Essa é uma medida do comprimento do colo uterino através do exame de ultrassom via transvaginal. Neste momento do exame, é inserida uma sonda dentro do canal vaginal da paciente, para que sejam avaliados parâmetros do colo uterino que indiquem risco de prematuridade: quanto menor o colo do útero maior o risco.

A duração do exame é de 30 a 50 minutos, dependendo do grau de dificuldade de visualização, influenciado pela posição e falta de movimentação do feto, além do biótipo da paciente.

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Como se preparar para ultrassom morfológico?

Não é pedido nenhum cuidado especial para a realização deste exame de imagem. Haverá uma proteção das vestimentas da paciente para não sujar com o gel de contato. Como tipo de preparo, o ideal é que a gestante esteja alimentada, para apresentar maior movimentação fetal, e que isso seja captado pela ultrassonografia morfológica.

Também não há nenhuma recomendação especial para os momentos pós-ultrassom. A futura mamãe poderá retomar sua rotina normalmente.

Qual é o valor do ultrassom morfológico?

Partindo do valor de 150 reais, o ultrassom morfológico é um exame de imagem um pouco mais caro que o ultrassom normal. Pelas suas vantagens, algumas famílias o consideram um investimento.

O preço de uma ultrassonografia morfológica no Brasil pode variar, dependendo da região do país, do prestador de serviços de saúde e das tecnologias utilizadas no exame. Normalmente, o seu custo fica, em média, entre 200 e 800 reais. É recomendável verificar o valor em sua região com um prestador de serviços de saúde de sua escolha ou de preferência do seu obstetra.

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Escrito por Vale Saúde

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