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Dia Nacional de Combate ao Glaucoma: 26 de maio

23 de

maio

de 2023

Dia Nacional de Combate ao Glaucoma
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Data conscientiza sobre prevenção para evitar o avanço da doença

Instituído oficialmente no Brasil pela Lei nº 10.456/2002, 26 de maio é considerado o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma. A data tem como objetivos aumentar a conscientização da condição para seu tratamento precoce, principalmente em pessoas com mais de 40 anos. A doença é caracterizada por um aumento na pressão intraocular que causa lesão no nervo óptico.

Todos os anos, no mês de maio, a data movimenta campanhas em todo o Brasil. A cor verde é utilizada como símbolo para iluminar prédios, visando assim chamar atenção para a importância do acompanhamento oftalmológico adequado como o principal modo de prevenção. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença é a segunda causa de cegueira em todo o planeta por falta de diagnóstico precoce.

Caso seja diagnosticada em seus estágios iniciais, a pessoa com a condição pode ser orientada a tempo e realizar tratamento à base de colírios ou até mesmo cirurgia para conter o avanço da doença. Mas se o oftalmologista não é consultado a tempo, por ser silencioso e assintomático, o glaucoma só será diagnosticado em estágios mais avançados, o que poderia ser evitado.

Qual é a classificação CID para glaucoma?

De acordo com a Sociedade Brasileira de Glaucoma, estima-se que o problema atualmente afeta a visão de cerca de 900 mil pessoas em todo o Brasil. Existem diferentes tipos de glaucoma e também há variação no tipo de intensidade da doença, podendo ela ser aguda, crônica ou já ter levado o paciente à cegueira.

Na Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID), o glaucoma está classificado como CID-10: H40. Dentro dessa classificação existem outras subclasses que também fazem parte, a saber:

  • CID 10 – H40.0: Suspeita de glaucoma
  • CID 10 – H40.1: Glaucoma primário de ângulo aberto
  • CID 10 – H40.2: Glaucoma primário de ângulo fechado
  • CID 10 – H40.3: Glaucoma secundário a traumatismo ocular
  • CID 10 – H40.4: Glaucoma secundário a inflamação ocular
  • CID 10 – H40.5: Glaucoma secundário a outros transtornos do olho
  • CID 10 – H40.6: Glaucoma secundário a drogas
  • CID 10 – H40.8: Outro glaucoma
  • CID 10 – H40.9: Glaucoma não especificado

Além de ferramenta de diagnóstico padrão, a Classificação Internacional de Doenças é importante, pois através dela é possível monitorar a incidência e prevalência de doenças em todo o mundo. No caso do glaucoma, podem ser observados também os níveis de gravidade e evolução da condição, incluindo formas não descobertas e estudadas ou não especificadas.

A seguir, vamos falar mais sobre o que pode causar o avanço do quadro da enfermidade e isso inclui comportamento e estilo de vida.

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O que faz aumentar o glaucoma?

São várias as ações que podem agravar a pressão do olho, mas a primeira e mais frequente delas é ter um diagnóstico tardio. A melhor maneira de prevenir e combater o glaucoma é consultar um médico oftalmologista, pelo menos uma vez ao ano, para garantir a saúde ocular, assegurar maior qualidade de vida e tratamento adequado, inclusive a outras possíveis doenças.

Embora não possua cura, após o diagnóstico, o tratamento para evitar que a condição avance consiste desde a utilização de colírios que baixam a pressão ocular a cirurgias e ao uso do laser.

Além disso, a segunda causa de agravamento do glaucoma é não tratar a questão do estresse no dia a dia. Com as crises constantes, a pressão intraocular tende a aumentar, então é necessário que se adote um estilo de vida mais tranquilo e equilibrado. Existem alguns outros hábitos que, caso não sejam seguidos, podem agravar o problema:

  • Falta de exercícios físicos
  • Uso incorreto de colírios
  • Ingerir muito líquido em pouco tempo
  • Tocar instrumentos musicais de sopro, que aumentam a pressão intracraniana
  • Realização de exercícios físicos no yoga, como invertidas
  • Hipertensão e diabetes
  • Ingestão de cafeína ou outros alimentos que aumentem a pressão ocular

O glaucoma é uma doença que pode se desenvolver durante meses ou anos de forma assintomática. Os sintomas só aparecem na fase mais avançada, quando a pessoa começa a esbarrar em objetos a sua volta por conta da perda da visão periférica (vê o que está à frente, mas não aos lados). Entre os fatores de risco, estão pessoas com parentes com a doença (genética), indivíduos com mais de 40 anos, pacientes com alto grau de miopia e diabéticos. Não há cura definitiva, mas, com o tratamento adequado, a doença pode ser controlada, sem que o paciente perca totalmente a visão.

Quem tem glaucoma pode ser considerado pessoa com deficiência (PCD)?

Ter o diagnóstico de glaucoma, por si só, pode não ser considerado deficiência. Os direitos e benefícios governamentais são pagos em razão da incapacidade para o trabalho, não apenas da patologia em si. Deste modo, isso significa que se enquadrar nos critérios legais de deficiência depende diretamente do grau de gravidade da doença a ser comprovado por uma perícia e confirmada por meio de laudo médico.

De acordo com o Decreto 3.298 de 20/12/1999, uma pessoa considerada portadora de deficiência (PCD) deve apresentar perda ou anormalidade de função fisiológica ou anatômica que gere incapacidade para o desempenho de atividade considerada normal, porém em caráter permanente. Isso só se aplica a casos avançados ou graves de glaucoma definitivos e irreversíveis, chegando de fato ao estado crônico de baixa visão ou até mesmo cegueira.

Entre os exames para a avaliação e confirmação do avanço da doença, costumam ser solicitados:

  • imagens do nervo óptico
  • tonometria (para medir a pressão ocular)
  • acuidade visual (sensibilidade)

Essas avaliações são importantes porque, para ser considerada portadora de deficiência, a acuidade visual da pessoa deve ser igual ou menor que 20/200 na tabela de Snellen no melhor olho, campo visual inferior a 20 graus ou ocorrência simultânea das duas situações. Até então, não existe uma lista extensiva de doenças visuais que se enquadram como PCDs, pois o entendimento é que os casos devem ser analisados de acordo com seu nível de incapacitação.

Quem tem glaucoma tem direito a algum benefício?

Caso o grau da patologia seja comprovado através de exames da perícia e o requerente consiga a classificação adequada no CID-10: H40, é possível solicitar ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) o auxílio-doença ou, dependendo do estágio da doença, a aposentadoria por invalidez.

É indispensável que a parte interessada comprove a condição por meio de laudo médico informando o CID e que o médico faça um atestado informando a inaptidão para o trabalho. O reconhecimento do benefício pelo INSS é comum e geralmente são observados requisitos como: qualidade do segurado, carência e incapacidade total ou temporária.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), apenas é considerado deficiente visual quem é privado em parte ou totalmente da capacidade de ver. Apenas nestes casos mais graves da doença é possível que o requerente tenha direito a alguns benefícios ou auxílios do governo com o objetivo de proporcionar uma maior igualdade de oportunidades.

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Escrito por Vale Saúde

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