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Dia Mundial da Luta contra a Malária: uma doença tropical

25 de

abril

de 2023

dia mundial da luta contra a malária
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Condição infecciosa febril aguda é transmitida por picada de mosquito e demanda controle efetivo global

25 de abril, data para conscientizar sobre a prevenção da malária

Apesar de ser potencialmente fatal, a malária tem cura e pode ser evitada. Com o objetivo de reconhecer e evidenciar o esforço global para o controle efetivo da doença, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criou, em 2007, o Dia Mundial da Luta contra a Malária.

Anualmente, desde então, em 25 de abril, a comunidade médica reforça a importância da conscientização sobre os riscos desta condição e as formas de prevenir a transmissão.

A malária é uma enfermidade infecciosa febril aguda, transmitida pela picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada pelo microrganismo Plasmodium. Ela é considerada uma doença tropical, comum nos lugares de clima quente, justamente por ser transmitida por meio da picada dos mosquitos, que se reproduzem com maior facilidade no calor. A Amazônia é a região onde ocorrem 98% dos casos de malária do Brasil.

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2020, foram registrados 145.188 casos no país, com redução de 7,8% em relação a 2019 e 25,4% em relação a 2018. No entanto, os dados ainda alarmam as autoridades sanitárias diante das ameaças da enfermidade.

Em 2017, uma criança morria em decorrência da febre a cada 2 minutos em 90 países e territórios. Os perigos são maiores em países de baixa renda, como os africanos. Nas Américas, 138 milhões de pessoas vivem em áreas de risco.

Depois de mais de uma década de avanços constantes no combate à doença, o progresso se estabilizou. O Dia Mundial da Luta contra a Malária vem, mais uma vez, para chamar a atenção da necessidade da retomada de uma resposta global urgente.

O tema precisar ficar constantemente no radar das autoridades, mantendo-se na agenda política do setor, para destinar recursos e capacitar as comunidades na prevenção e na identificação da suspeita da infecção nas regiões mais afetadas pelo mosquito.

A seguir, vamos falar mais sobre a doença infecciosa, sua transmissão, sintomas, diagnóstico, tratamento e, principalmente, as formas de preveni-la. Confira os próximos tópicos!

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O que é a malária?

Doença infecciosa febril aguda, a malária é prevalente nos países de clima tropical, pois é transmitida pela picada de um mosquito infectado por um protozoário do gênero Plasmodium.

O mosquito da malária (conhecido como mosquito-prego) é sempre fêmea e é do gênero Anopheles, de atividade mais frequente no anoitecer e amanhecer. É ele o vetor responsável por perpetuar o ciclo da doença, transmitindo os protozoários para um hospedeiro humano, que poderá ser picado por um mosquito não infectado que, por sua vez, se tornará um portador da doença para infectar outro indivíduo.

Os protozoários se instalam no fígado do corpo humano e ali se reproduzem e passam a afetar os glóbulos vermelhos que fazem parte do sangue humano.

Geralmente, a malária começa a se manifestar de forma bastante similar a uma gripe, por isso, muitas vezes, as doenças são confundidas e o paciente não tem um diagnóstico inicial assertivo, sem começar a receber o tratamento adequado de pronto.

A condição tem como sintomas:

  • Febre alta
  • Calafrios
  • Taquicardia
  • Tremores
  • Sudorese
  • Convulsões
  • Fortes dores nas articulações
  • Dor de cabeça
  • Aumento do baço
  • Cansaço e prostração
  • Náuseas e vômitos
  • Falta de apetite
  • Icterícia (pele e olhos amarelados)

O paciente com malária pode também entrar em coma, ter anemia e até morrer, se a doença não for tratada a tempo.

Como a malária é transmitida?

É fundamental ressaltar que a malária não é transmitida de um humano para outro, mas sempre por meio da picada de um mosquito que esteja infectado com o protozoário.

Ela é uma doença causada por quatro diferentes tipos de protozoário do gênero Plasmodium. Três deles estão ativos no Brasil e podem transmitir a doença para as pessoas que vivem aqui ou que estão visitando o país.

Qualquer pessoa pode contrair a malária. Não se trata de uma doença contagiosa. Uma pessoa doente não é capaz de transmitir malária diretamente a outra pessoa. As exceções são transfusão de sangue contaminado, por meio da placenta (congênita) para o feto e por meio de seringas infectadas.

Alguns pacientes com histórico de vários episódios da infecção pelo protozoário podem ter imunidade parcial, apresentando poucos ou mesmo nenhum sintoma.

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Como é o diagnóstico e o tratamento para malária?

Conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), o diagnóstico efetivo da malária em pacientes com suspeita da doença deve ser feito via testes rápidos de sangue ou exames parasitológicos por microscopia e, ainda, com exames complementares que ajudem a eliminar a hipótese de outras condições.

O diagnóstico precoce é essencial para o bom prognóstico do paciente. A identificação de suspeita da enfermidade depende da avaliação clínica realizada pelo médico, para que solicite os exames mais adequados de acordo com o quadro.

A principal causa de morte por malária é o diagnóstico tardio e a falta de profissionais familiarizados com o quadro da doença fora da região tropical com proliferação daquele tipo de mosquito que carrega o protozoário. No Brasil, por exemplo, ocorrem cem vezes mais óbitos nas áreas fora da Região Amazônica do que na região endêmica (onde a taxa de transmissão é naturalmente mais alta).

Desse modo, é importante que pessoas com suspeita de malária que não residam nessas zonas procurem um serviço especializado. O clínico geral em emergência ou posto de saúde e o infectologista em consultório são os médicos mais indicados para buscar atendimento.

Com a administração de medicamentos que matam o protozoário causador da doença e impedem que ele se reproduza, o tratamento padronizado pelo Ministério da Saúde é eficaz, simples e gratuito. Esses remédios fazem com que os sintomas diminuam cada vez mais, antes de findarem. A medicação por via oral não deve ser interrompida para evitar o risco de recaídas.

Porém, a doença pode evoluir para suas formas graves se não for diagnosticada a tempo. Não são todos os casos de malária requerem internação hospitalar ou acompanhamento médico constante, sendo que o paciente deve sempre seguir as orientações dadas pelo clínico geral ou infectologista.

Como posso prevenir a malária?

Ainda não existe uma vacina aprovada contra a malária, condição que pode levar à morte se não for tratada. Um imunizante está em estudo e testes para ser aplicado ao público geral. Futuramente, pode ser uma solução para contribuir com a erradicação da doença.

A principal forma atual de prevenção da malária é o controle dos mosquitos, eliminando água parada e focos que podem ser usados como ponto de reprodução do inseto.

Quem vive ou viaja para regiões que possuem muitos casos de malária (com lugares úmidos onde faz muito calor, chamados de zonas endêmicas) deve fazer o uso constante de repelente e de roupas que cubram os membros do corpo, para evitar as picadas de mosquito, além da utilização de inseticidas e telas em portas e janelas nos ambientes.

medicamentos antimaláricos que podem ser usados por pessoas que vão se deslocar para locais onde a malária é comum, como a região amazônica. Esses remédios impedem que o protozoário se reproduza no organismo, antes mesmo que a infecção pelo mosquito aconteça.

Se for viajar para destinos em regiões tropicais, procure um serviço especializado para tomar medicamentos antes, durante e depois da estadia. Não faça prevenção por conta própria.

Se já estiver em locais onde a transmissão da doença é alta, use repelente no corpo todo, camisas de mangas compridas e mosquiteiros. Também evite banhos em igarapés e lagoas ou expor-se a águas paradas ao anoitecer e ao amanhecer, horários em que os mosquitos mais atacam.

Mesmo que tenha feito a quimioprofilaxia, se tiver febre, procure atendimento médico e nunca se automedique.

Já as medidas de prevenção coletiva incluem drenagem, pequenas obras de saneamento para eliminação de criadouros do vetor, aterro, limpeza das margens dos criadouros, modificação do fluxo da água, controle da vegetação aquática, melhoramento da moradia e das condições de trabalho e o uso racional da terra.

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Escrito por Vale Saúde

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